Participação do Blog no Social Mom Day – 2018

Sabe quando você pensa que ninguém vê seu blog e ai descobre que você é convidada para participar de um Congresso para Mães influenciadoras? O que você sente? Megaaaaaaaa feliz. Seu trabalho está valendo a pena.

O congresso é uma iniciativa de outro blog de mães – Social Mom Day – e é um dia que várias mães empreendedoras e influenciadoras participam ouvindo e vivenciando palestras com mães de várias áreas e abordando assuntos voltados ao empreendedorismo e assuntos que só as mães vão entender.

Será no Colégio Oficina do Estudante (nova sede), no bairro Chácara Primavera, Campinas-SP.

Gostaria muito de ver minhas leitoras lá participando comigo nesse dia.

Quem vai? #EUVOU

https://www.sympla.com.br/3-social-mom-day—congresso-para-maes-influenciadoras-e-empreendedoras-digitais__383564

Código para desconto – DescontoSocialMom

 

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Quem quiser ir vou disponibilizar o link aqui e tem mais, minha leitora tem desconto. Não é top? Simmmm

Quando inserir seu filho no esporte.

Esporte é tudo de bom. Ensina disciplina, prepara o físico e traz sociabilidade. Mas quando colocar meu filho para fazer esporte?

Vou contar minha experiência.

Coloquei meus filhos no esporte assim que o médico autorizou e quando a idade permitia para o tipo de esporte.

O André eu coloquei aos 6 anos – não me lembro exatamente – no futebol. Foi bom para a socialização e depois, mais tarde, coloquei na natação. A natação não foi uma boa experiência, pois quando estava frio ou chovendo ficava difícil ir às aulas. Aos 11 ou 12 anos coloquei ele no basquete. O treinador era pessoa grosseira que só gritava com os alunos, portanto ele quis sair. Só depois descobrimos que o esporte preferido dele seria o tênis do qual ele jogava muito bem.

A Ana Paula começou aos 4 anos. Coloquei ela na ginástica rítmica. Adorava ver aquelas ginastas dançando com a fita. Ela adorava. Com 4 anos já estava fazendo a primeira apresentação. Tão fofinha, tenho vídeo dela na primeira apresentação. Ficou até atingir a etapa de dançar com bola. Depois disso fez volei. Jogava bem e eu a acompanhava em alguns jogos. Na escola jogou handball e era boa no ataque. Agora pratica Muay Tay. Cuidado com a menina.

Enfim, a todos os pais recomendo que coloquem seus filhos no esporte assim que forem permitidos pelo médico.

 

Que roupa colocar no Bebê recém nascido

Nossa, tema super importante porque vejo umas coisas por aí com os coitadinhos dos bebês, que só por Deus.

Confesso que quando meu primeiro filho nasceu – ai o primeiro filho – eu errei, mas consertei logo kkkk.

Ele nasceu em janeiro, calor super. Colocava macacões de malha fina nele. Foi aí que quando fui à minha médica obstetra numa consulta para tirar os pontos da Cesárea Ela viu o André no carrinho e disse bem assim:

_ Ana, coitadinho dele.

E eu já levei um susto. O que será que aconteceu.

_ O que foi Doutora?

_ Esse menino tá morrendo de calor, coloca um macacão mais fresquinho.

E eu:

_ Mas recém nascido não sente frio?

E ela:

_ Você está vestida como? De regata né? Então, pensa que esse menino tá morrendo de calor.

Bom depois de sair de lá eu fui na loja e comprei vários macacões leves.

Agora quando eu vejo uma criança com calça comprida e camiseta de manga comprida no calor desse inverno, pois é esse ano de 2018 está fazendo muito calor, eu tenho vontade de fazer o que minha médica fez. Mas me contenho e não me intrometo. Difícil missão.

Procurando na internet, eu achei uma matéria bem completa sobre o uso de roupas em Bebês. Dá uma olhada o que os especialistas falam. Segue o link.

A roupinha certa para cada fase do bebê

E segue também essa imagem super esclarecedora. Aproveitem, pois na minha época não tinham essas informações de fácil acesso. Bendita internet.

roupa de bebe

 

 

 

Férias com os filhos

Ai como eu adoro férias. Tempo de sair da rotina do dia a dia, tempo de fazer programas diferentes e de ficar mais com meus filhos.

Eu sempre reservo uns dias para ficar com minha família e sempre damos um jeito para viajarmos juntos.

Neste ano deu certo que meu filho mais velho estava de férias do trabalho e a minha filha de férias da Faculdade, então escolhemos ir para Capitólio – MG.

Saímos na madrugada de 6 feira para sábado e o cenário da viagem foi se transformando. Era escuro quando pegamos a estrada e fomos vendo o sol amanhecer.  Coisa linda de se ver. Estradas ótimas, sem movimento e com lindas paisagens.

Chegamos umas 8h30/9h. Reservei uma casa pelo Airbnb, que aliás gosto muito de usar esse recurso. Casa excelente, muito bem equipada, com toalhas, lençol e cobertores. Com wifi (melhor que o da minha casa kkk) e um espaço de churrasqueira maravilhoso.

A cidade não tem muito o que fazer. Os passeios são no Lago de Furnas, enorme por sinal. O passeio nos leva de lancha aos canyons muito lindos e imensos.

O lago estava com a capacidade baixa  de água fazendo a gente pensar que a chuva está fazendo muita falta.

O que é triste de ver é como os brasileiros se comportam em lugares turísticos. Jogam lixo no chão, fazem churrasco no meio das pedras de uma cachoeira. Oi? Isso mesmo. Vimos umas pessoas fazendo churrasco no meio da cachoeira, que estava bem vazia de água e, com certeza, largaram todo o lixo lá.

O pessoal mineiro e muito hospitaleiro e, antes de irmos embora, uma paradinha para um pão de queijo delicioso e doce de leite.

E você, gosta de viajar com sua família? Conte uma viagem que você fez em família para nós aqui do Experiências de Mães.

Seguem  algumas fotos.

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Filho que não dorme à noite. Minha experiência

Quando fiquei grávida do meu primeiro filho – André – foi uma gravidez planejada, já que queria engravidar. Durante a gestação passei por um momento de perda de líquido amniótico, devido a um problema que tive no meu trabalho e que me causou grande stress.

Passado o susto e os nove meses nasceu um bebê fofo, lindo e chorão. Mamava bastante e dormia pouco. Primeiro pensei que fosse por cólicas, depois pensei que fosse fome. Entrei com leite complementar, depois leite engrossado com farinha láctea, maisena e nada, chorava do mesmo jeito e acordava várias vezes durante a noite.

Eu não tinha mais noites tranquilas e que eu conseguia dormir, pelo menos, 4 horas seguidas.

Tentei de tudo: homeopatia, comida reforçada antes de dormir, músicas calmas e etc etc etc mas nada, ele acordava e me chamava para ficar com ele.

Uma noite, à pedido da homeopata, deixei ele chorar e não fui até o quarto dele. Foi um stress. Aí pensei: – pra que fazer ele sofrer e eu também? e…. logo ele cresce e nem vai me querer ao lado dele na cama.

Passado 4 anos e depois da cirurgia de adenoide e amígdalas ele passou a dormir sozinho …ufaaaa.

Hoje é um homem de 22 anos com uma personalidade forte e ao mesmo tempo sensível e muitoooo amoroso com as pessoas.

Portanto, todo esforço valeu muito a pena.

Deixo uma dica. Se seu filho ou filha só dormir com vc ao lado dele, vai e faz, porque eles crescem muito rápido.mae dorme com filho

Primeira participação do Experiências de Mães em um evento de Blogueiras

Fui convidada pela minha amiga e incentivadora Carla Falcão, do blog https://aventurasdemae.com/ a participar da abertura do evento Expo Mamãe.

Adorei o convite e me senti uma blogueira de verdade, apesar de ter muito que aprender.

Tivemos um café da manhã oferecido pela IBBL e, logo após, uma palestra com o fundador e diretor executivo da Abradi, que desenvolveu o Código de Conduta para Agências Digitais na Contratação de Influenciadores. Código esse que eu não conhecia e que achei de muita importância para esse mercado de mães influenciadoras.

Como advogada que sou – também – vi o quanto é necessário que, nós blogueiras e influenciadoras, precisam de uma orientação jurídica para assinar contratos. Ofereci, então, meus serviços para a Carla que achou a ideia ótima.

Após a palestra foi aberto um debate com todas as mães influenciadoras e representantes de empresas presentes na Expo Mamãe.

Enfim, o evento me trouxe, definitivamente, para o mundo das mães blogueiras e influenciadoras que agora não largo mais.

Vejam as fotos:

 

Artigo 365 – Maternidade e gestão

Quero agradecer ao Marcelo Veras por emprestar seu super artigo sobre a Gestão de ser mãe

Artigo 365 – Maternidade e gestão

 

“Ninguém melhor do que uma mãe para saber o que é gestão”

 

Século XXI: as competências de gestão nunca foram tão demandadas. O cenário desafiador deste início de século tem deixado as empresas de cabelo em pé para desenvolver tais competências e habilidades. Negociação, liderança, tomada de decisão, gestão do tempo, foco e produtividade, senso de prioridade, entre outras, são objetos de fortes debates, treinamentos corporativos e consumo de livros, palestras e realização de workshops.

Nesta realidade, homens e mulheres têm desempenho bem diferentes. Sobretudo as mulheres que são ou foram mães. Não precisamos ir longe para chegar a esta conclusão. Certa vez, em um final de semana que passei sozinho com a minha filha ainda bebê. Eu me lembro que, por alguma razão, a babá não pôde vir me ajudar e encarei o desafio de cuidar da Júlia durante três dias quase inteiros. A jornada começou na sexta à noite e acabou no domingo à tarde. Só digo uma coisa para resumir: quando acabou, a minha sensação era de que precisava de 2 semanas de férias. Eu estava morto, acabado, esgotado. Ainda hoje, não sei como sobrevivi àquilo. Foi incrível ficar sozinho com ela e viver momentos de extrema cumplicidade e união, mas a gestão das tarefas acabou comigo. Para começar, a preocupação de não poder deixá-la só um minuto em um apartamento no 19o andar. Organizar a comida (e olha que não cozinhei – pedi tudo pronto) na cozinha e checar se ela estava bem na sala foi algo desesperador. A hora do banho, então, nem se fala. Dar banho nela foi fácil. E eu? Bom, confesso aqui que a minha incompetência me obrigou a tomar um único banho (e olhe lá) nos dois dias. Atender telefone também era um desafio. Não conseguia me concentrar na conversa para ficar de olho naquele ser indefeso, curioso e ativo. Foram duas noites mal dormidas, acordando de hora em hora para ver se estava tudo bem. Em função dessas e outras, terminei o final de semana com uma convicção: as mães são muito, mas muito, competentes. Elas conseguem fazer – ao mesmo tempo – coisas que nós, homens, sofremos horrores para fazer. Isso é um fato que por si só já as coloca em posição de vantagem quando se fala de gestão. Agora, se pensarmos bem nas competências que são necessárias para se “gerenciar” um filho, a situação fica bem mais clara e evidente.

Não é à toa que um número crescente de mulheres vem se destacando em cargos de gestão e ocupando, cada vez mais, posições de liderança. Não é dívida histórica ou consentimento dos homens – é competência pura. Elas são melhores mesmo e ponto final. Não tenho a menor vergonha de dizer que, até hoje na minha carreira, o meu melhor chefe foi uma mulher.

Recentemente, tomei conhecimento de um caso inédito. Um aluno meu me contou que sua mulher que, mesmo bem empregada, estava sendo “assediada” por outra empresa, Decidiu, porém, contar que estava grávida e que o bebê nasceria em 5 meses, mesmo assim recebeu a proposta, pediu demissão e foi contratada. Grávida de 4 meses. Incrível, não? Sob o ponto de vista das leis trabalhistas e custos envolvidos, não faria nenhum sentido. Mas aconteceu.

O dia das mães se aproxima. Para as mulheres que abdicaram da sua carreira para se dedicarem à maternidade ou aquelas que tocaram a vida de mãe em paralelo com a vida profissional, a minha mensagem é uma só: parabéns pela maternidade e parabéns pela capacidade de gestão! Vocês, como se diz na minha linda Minas Gerais, “conseguem dar nó em pingo d´água”. Até o próximo!

Gentilmente escrito por Marcelo Veras

CEO fundador na empresa Unità Educacional

Mudança de Escola

denise-mineiro_mudanca-de-escola-ajude-seu-filho-a-se-adaptar1Mudança de Escola*

 

No começo do ano, os pais de crianças em idade escolar que se deparam com a transição de escola, seja por fatores externos, como término da educação infantil, seja por fatores internos, como não adaptação da criança e/ou dos pais a esse determinado ambiente, sentem angústias e expectativas diante deste novo cenário e de como lidar com todas essas questões. Esta é a razão deste post.

O principal parâmetro para saber se a escola está adequada é, além de satisfazer em parte as expectativas dos pais, a satisfação da própria criança ao entrar e conviver nesse novo ambiente. O que contribui para o bem estar de todos é que os pais permaneçam  atentos ao que seu filho(a) mostra nas suas atividades diárias, suas dificuldades e conquistas, comportamentos diferentes que apresenta, dar ouvidos às suas queixas, ou seja, é importante que os pais se mostrem abertos ao que a criança traz desse novo. Além disso, conhecer os amigos do(a) filho(a) faz com que os pais tenham contato com as pessoas as quais ele se identifica mostrando de que forma está se desenvolvendo na área social. Sendo assim, a cada dia, as descobertas aparecem de forma sutil e ficar atento a elas faz com que os pais conheçam o(a) filho(a) de uma outra maneira.

De outro lado, os pais, quando vão escolher a escola, é importante que ouçam e sigam seus instintos tendo contato com cada sentimento e sensação frente ao ambiente escolar. Se vocês (Pai e Mãe) gostarem, isso ajudará para que a ansiedade fique sob controle e seu (sua) filho(a), ao perceber essa tranquilidade e confiança, possivelmente terá o mesmo sentimento.

Lembre-se! Não existe escola boa ou ruim. O importante nesse processo é analisar o que a escola oferece para o bem estar da criança como, por exemplo: alimentação saudável, exercícios físicos e atividades extras, sendo que, essas deverão ser apropriadas a idade do seu filho(a).

Criança feliz gera Pais satisfeitos e Escolhas adequadas!

 

 

*Andrea Tortorelli Gomes

Psicóloga CRP 59719

Consultório: Av. Moraes Sales,1212 sala 51 Campinas

Telefone contato: 19 9 9217 7969

Férias em Família. E você gosta de fazer viagem com sua família??

IMG_7865Ahhh como eu adoro viajar e viajar em família.

Neste final de Ano de 2017 eu tive uma ideia. Pensei em passar um Natal e um Reveillon diferentes.  Organizei duas viagens. No Natal fomos para Ubatuba com minha irmã, minha sobrinha e meu cunhado. Saímos no dia 22/12 de Campinas – SP e, graças a Deus, não pegamos trânsito e nem chuva no caminho.

Fez sol todos os dias, o que é raro em se tratando de Ubatuba ou Ubachuva, kkkkk.  Fomos à praia todos os dias, rimos muito, compartilhamos muitos assuntos que no dia a dia não conseguimos e, principalmente, ficamos em família.

Para mim e minha família o Natal é um momento de estarmos juntos e de se unir mais e se descobrir.

É também o momento de praticarmos a paciência, a solidariedade e o cooperativismo.

Foi um Natal muito bom.

Agora o Reveillon resolvemos fazer outro programa diferente com meu marido e meus filhos. Fomos para Fortaleza – CE.

Fomos no dia 28/012 e voltamos dia 04/01. Mais um desafio porque quando passamos férias juntos há um mix de sentimentos. Uma hora estão todos felizes, alegres e em outra já estamos discutindo. Acontece com vocês também? Acredito que sim, pois famílias são todas iguais, só mudam de endereço.

Fortaleza é um lugar lindo, praias maravilhosas. Jericoacoara é simplesmente demais. Fizemos um passeio de bate volta, tipo farofeiro mesmo kkkkk. Mas foi demais. Um lugar paradisíaco e bem rústico. Tomara que preservem esse lado bucólico.

Para finalizar, meu marido, minha filha e eu pegamos uma virose de 1 dia, praticamente, mas que não atrapalhou muito nossos planos. Só um desconforto, que foi passageiro.

Bom, viajar em família faz com que você conviva dia e noite com as pessoas que você mais ama o que, provavelmente, você não consiga fazer isso no seu dia a dia. A gente volta renovado e mais unido.

E você, já fez sua “Viagem de Família” ?