Dicas de presentes.

Natal. Época tão linda, pois as pessoas se doam, renovam as esperanças e as famílias se unem.

Junto com tudo isso vêm os presentes. Mas de onde veio esse costume de trocar presentes no Natal sendo que o “aniversariante” não recebe?

Esse costume veio exatamente de quando Jesus nasceu. Os três Reis Magos quando souberam que o Salvador havia nascido, foram visitá-lo e levaram presentes para ele.

À partir daí ficou a tradição de trocar presentes para celebrar o Natal.

Agora, o que dar para seus filhos? Como mãe que sou prefiro contar minha experiência …..Experiência de Mãe.

Eu preferia dar aos meus filhos jogos que incentivavam a criatividade, como por exemplo: quebra-cabeça, jogos de adivinhação (Perfil, Detetive, Imagem e Ação, Adivinha Quem, Caça Palavras, Lego, Blocos para montar). Fazia bastante sucesso e eu jogava com eles.

Com relação aos brinquedos de “meninas” e de “meninos”. Juro que eu fiz isso. Dei fogãozinho, panelinhas, vassourinha, mas hoje não faria mais isso kkkkk. Desde cedo tendo que limpar e cozinhar e porque só para as meninas?

E os meninos, porque jogos com armas, bonecos violentos, jogos de morte…pra que isso!!! Eu tinha uma regra jogos violentos eram proibidos em casa. Foi assim até uns 13 anos, depois fui liberando aos poucos.

O importante na hora de escolher o que dar para a criança é ter em mente que você é o responsável de como seu filho será no futuro. Parece bobeira falar que esses tipos de jogos influenciam as crianças à violência, mas é a pura verdade.

Então analisem bem o que dar aos seus filhos, é a formação do caráter deles que está em suas mãos!

Boas Compras!!!

 

 

Presentes de Natal

Presentesssss de Natal ………. como lidar com isso

Presentessss……presentesssss…presentessss…….

Papai Noel, eu quero uma bicicleta, um jogo de vídeo game, uma bola, uma chuteira e e e e……

 

Socorro!!!!!!!

O que fazer com tantos pedidos.?????

Dou tudo que ele pede ou seleciono?

Essa época deixa as mães loucas com tantos pedidos, mas ….Calma!!!!

Será que é necessário dar tantos presentes? Dar tudo o que ele/a pede?

Vamos conversar sobre isso???

Será nossa próxima roda de conversa.

Tragam suas angústias e suas dúvidas.

1ª Roda de conversa – Sexualidade

 

Nossa 1ª roda de conversa arrasou ontem. A Lucimaria Rangel – psicóloga – nos deu uma aula de como vencer nossos tabus e mudarmos nossa maneira de pensar. Obrigada para quem veio e obrigada à Meire – CiÇa Café Bistrô – por ceder seu espaço que, aliás, é muito aconchegante.

 

História da Gi e das suas filhas com o câncer de mama

Minha história com o Câncer de MAMA

 

Lembro como se fosse ontem. Novembro de 2015, no meu ultrassom de rotina, um nódulo no seio esquerdo. Nada a providenciar. Segui em frente.

Junho de 2016, o incômodo já não era algo a se ignorar. Fui na ginecologista, não havia suspeita, um peito flácido após duas amamentações, mas já de aspecto estranho: enrijecido, pesado e totalmente diferente anatomicamente do outro. Nova solicitação de ultrassom. Pensava que poderia ser do anticoncepcional. Três tipos já havia tentado, para me adaptar aos efeitos colaterais. Segui o curso, sem sequer imaginar a possibilidade de ser câncer. Tinha 38 anos apenas. Na minha inocência ainda era cedo para me preocupar. Dois meses e meio se passaram. Acordei um dia e decidi fazer todos os meus exames e os de rotina das minhas filhas que a pediatra já havia pedido e eu ainda não tinha feito. Foi uma providência divina. Alguns dias depois dessa manhã que ainda é vívida na minha memória, realizei o ultrassom que seria de praxe. Resultado: uma “massa” disforme que nem o médico ultrassonografista conseguia entender. Biópsia. Mamografia. E aí um exame após o outro não me libertaria do diagnóstico: câncer de mama! 9,3 cm! Nunca tinha tido um seio tão “cheio” após amamentar minhas filhas. O tumor era grande e lógico, fiquei assustada. Conversas… Choros… Dúvidas… Morte… Tudo passa pela nossa cabeça. Ainda hoje me emociono ao relembrar cada momento. Ao olhar meu marido, e minhas filhas e pensar que poderia ir embora e não vê-las crescer. Dói. E doeu muito fazer essa fotografia futura da família sem a minha presença. No meu mundo interior busquei força para me manter em pé e fazer o que tinha que ser feito. Mastectomia total. Minhas filhas não entendiam porque a mamãe tinha que ir para o hospital e porque ela voltou com um “dodói” no peito, toda enfaixada e ainda com um dreno nada simpático.

O pós-cirúrgico foi tal como esperado. 15 dias bem intensos. Minha filha mais velha, com 4 anos, queria ver, queria me ajudar com o curativo, queria me confortar com a minha dor. Provavelmente, não ao acaso, ela havia passado por uma cirurgia de retirada da adenóide uma semana antes da minha. Havia se recuperado muito bem e também tinha ficado com “um caninho com agulha na mão” para o soro. Com muita paciência e de forma lúdica eu ia comparando a história dela com a minha. Em nenhum momento as impedi de acompanharem os cuidados; elas me ajudavam a pegar a gaze, o micropore, a pomada cicatrizante. Tudo de forma natural. Hoje depois de um ano, ainda tenho as marcas desse processo: um peito duro, moldado pela prótese submuscular, um músculo peitoral ainda fragilizado que insiste em me lembrar todos os dias do meu trajeto e do meu propósito de vida: viver! E assim, sigo feliz. Posso carregar minhas filhas no colo. Posso brincar com elas. Posso aproveitar a oportunidade de ter sido diagnosticada a tempo de ser curada! Câncer de mama tem cura. Posso fazer escolhas de uma vida saudável. Posso assumir as rédeas da minha vida e a transformar. Minhas filhas, caminhando comigo nessa jornada, com certeza levam consigo um grande aprendizado, mesmo que ainda não o percebam. Ser mãe me fortaleceu para poder passar por essa experiência amarga e a transformá-la ao menos em agridoce: nossos filhos são os nossos maiores motivadores para permanecer nesse mundo cheio de desafios.

Outubro Rosa já azul

Lembram que eu pedi se alguém gostaria de relatar sua experiência com o câncer? Demorou um pouco e já ficou meio azul, mas aí vai a experiência da Yara, uma mãezona que teve que tomar uma decisão difícil na vida dela. Vale a pena a leitura.

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Tudo começou em julho de 2013 quando me internei para o que seria uma simples retirada de uma pinta.

Foi uma cirurgia tranquila, mas quando fui fazer o curativo vi que o médico fez um “buraco” nas minhas costas. Após 15 dias retirada de pontos, que foi alternada devido ao tamanho do corte. Ao terminar a retirada de pontos, quase um mês depois da cirurgia, veio o tão esperado resultado – MELANOMA – OK! O que preciso fazer? Segundo o médico nada. Até então não sabia ao certo o que o melanoma poderia causar. Fiquei tranquila, pois o médico disse que poderia ficar.

Em maio de 2014 ao tomar banho, percebi “algo estranho” na axila, então procurei o médico, fiz exames e lá fui eu para mais uma cirurgia – retirada do “algo estranho” em julho de 2014. Pensei que seria simples, só que não, cirurgia mais complicada e fiquei quase um ano sem movimentar o braço e fazendo fisioterapia todo dia. Resultado do “algo estranho” – MELANOMA METASTÁSICO – Só então me dei conta de que era um câncer extremamente agressivo e sem cura.

Chegou então o grande momento de compartilhar com a família, ou seja, filhos, marido, irmãs e mãe. Estava muito tranquila em relação a doença e queria que todos sentissem o mesmo. Espero ter conseguido.

Procurei um oncologista clínico para tratamento e ele me colocou a par do tratamento existente para o Melanoma, que além de não ter nenhuma garantia possuía efeitos colaterais muito significativos e cruéis. Antes fiz radioterapia, ah essa sim foi muito cruel para mim, não doía, mas me marcaram (riscaram) para fazer exatamente no ponto e tinha que ter vários cuidados especiais, desde roupa até cremes. Eu nunca quis que ninguém me acompanhasse e nunca falei o que senti para ninguém, foi uma experiência que doeu muito, cada sessão terminada doía um pouquinho mais por dentro e foi impossível não chorar ao término de cada uma.

E acabando essa parte tinha que decidir se faria ou não o tratamento indicado pelo médico, sim falo em decidir porque eu queria qualidade de vida e o proposto não garantia nem cura, nem melhora e nem qualidade de vida. Então adivinhem o que escolhi – não farei o tratamento proposto – oh como assim? Foram várias noites de pesquisa na internet, escutei opinião de mais 2 médicos – um a favor por não ter outra coisa para fazer e uma contra pelos motivos que citei, claro que escolhi essa para me acompanhar. Nessa busca pela internet achei alguns medicamentos em pesquisa nos Estados Unidos que estavam sendo eficazes para o Melanoma e sempre conversava com minha médica sobre eles, sim também fazia exames a cada 2 meses para acompanhamento da doença.

Tudo caminhava bem até que em julho de 2015 apareceu novamente o tal de “algo estranho”. Foi então, que por sugestão da minha médica fui para São Paulo e lá participo de uma pesquisa para Melanoma.

Hoje não tenho nada, só mesmo os efeitos colaterais do remédio da pesquisa. Será que são menores que a quimioterapia? Não sei ao certo, mas consigo levar minha vida.

 

Foi uma experiência interessante – nossa como assim interessante? Sim interessante porque refleti muito sobre minha vida. Nunca tive medo de morrer, então isso para mim nunca foi um problema. Pude sentir muito mais a presença de Deus em minha vida e o agir dEle em cada decisão tomada, em cada dificuldade que passava e olha que não foram poucas. Ah e como é bom quando Deus está conosco, como é bom sentir sua presença. Sei que o meu Deus estará comigo mesmo nos piores momentos. Sei também que participando dessa pesquisa ajudarei outras pessoas.

Não posso deixar de falar e agradecer ao meu marido que tem me acompanhado e ajudado todo esse tempo em que descobri o “algo estranho”, aos meus filhos também pela preocupação comigo e a minha mãe e irmãs por orarem sempre por mim.

Hoje posso dizer – Me sinto em paz –

Símbolo do Blog – Significado

Triquetra

Triquetra
Triquetra é um símbolo que aparece em muitos locais, e na maior parte das vezes é ligado à cultura Celta.

Com o passar do tempo acabou até por se tornar um “símbolo pop” como o Ankh da qual muitas pessoas usavam como adorno, mesmo sem saber qual o significado.

Esse símbolo ganhou uma infinidade de significados: O infinito, eternidade, fertilidade, proteção, universo, a santíssima trindade, a deusa tríplice, 3 estações do ano como era dividido na antiguidade, perfeição, as 3 fases da mulher e por ai vai, o que faz se tornar difícil de saber qual seu significado principal ,embora aparentemente pareça se referir aos planos: Material, Astral e Mental.
No passado Triquetra ou triquætra no latim era o nome usado para nomear qualquer forma com 3 pontas, mas atualmente se refere apenas à 3 vesica piscis fundidas que é uma forma que é a intersecção de dois círculos, vesica piscis quer dizer bexiga de peixe em latim, que na imagem ao lado esta entre os dois círculos.
Ou seja, para o Blog se traduz como as Experiências das mães, como também, as Experiências que se passam de mãe para filha e a filha para a neta.

Happy Hour cazamigas

Happy Hour com as amigas? Porque não?

Agora eu consigo fazer isso, porém com alguns tropeços. Vou contar.

Ontem, dia 10/10, eu e as “migas”combinamos um happy hour. Fomos num lugar de costume e conversamos, trocamos experiências e falamos…falamos…falamos.

Eu fui direto do meu trabalho, nem deu tempo de passar em  casa e aí…..aí é que o bicho pegou. Como tenho ficado mais tempo fora de casa, não tinha preparado nada de comida e nem sabia se tinha alguma coisa para meus filhos fazerem. Aí que vem o tropeço.

A Ana Paula me liga e pergunta:

– Mãe que horas você vem?

– Não sei, porque? respondo

Aí o clima já fica tenso….kkkkk e ela imediatamente solta:

-Não tem comida em casa e eu estou morrendo de fome, tenho uma prova importante amanhã e preciso me alimentar

Aí quanto drama.

Respondo:

-Dá licença porque hoje é o dia do meu “rolê” e se vira, faz ovo, omelete, afinal você já é adulta.

Fala sério né. Porque quando o pai vai pro basquete ninguém perturba ele? Porque que quando ele vai no Rotary ninguém fica perguntando se tem comida?

O que compartilho com vocês é que nós mães temos que preservar nossa individualidade, quer seja indo num Happy Hour com as amigas, quer indo no cabeleireiro, ou mesmo, lendo um livro. Não esqueçamos de nós.

Eu e as migas

 

Primeiro evento do Experiências de Mães

Dia 1/10 foi o lançamento do Blog num evento super que a minha amiga Carla Falcão organizou. Foi ótimo conhecer várias blogueiras e conhecer a história da Vivi. Mulher batalhadora e com uma experiência de vida e de mãe incrível. Helena Sordili nos presenteou com várias dicas para fazer um Blog de sucesso. Marina Bastos encantou com sua habilidade de contar histórias.

Amei o evento e no próximo, quem sabe, estarei contanto minha experiência como mãe.